Esta semana publiquei meu primeiro artigo para o WebInsider, um site que sempre respeitei e li. Agradeço ao Vicente Tardin pela oportunidade e atenção e espero que esta seja uma primeira vez de muitas.
No artigo falei um pouco de estratégia online, traçando um comparativo com o modelo de site corporativo tradicional. Você pode ler o artigo logo abaixo, ou ver a versão original neste link.
Originalmente publicado no WebInsider em 26/08/2008
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Algum tempo atrás, em uma galáxia distante, ter um site da sua empresa significava interatividade. Era cool, descolado e moderno. Aquele mesmo site que você já viu várias vezes, com seções como Quem somos, O que fazemos e Contato, com um layout bacana, era estar na internet.
As coisas mudaram e hoje isso significa estar obsoleto.
A internet se tornou uma enorme rede social e os outros media caminham nesse sentido. Os novos sites corporativos começam a ganhar uma outra cara e outras funcionalidades. Em alguns casos nem é preciso um site, apenas um blog ou um agregador de atividades online já cumpre o papel.
Definir este papel é traçar uma estratégia. E definir sua presença online é algo maior do que apenas ter um site.
O modelo de site corporativo que conhecemos tem sérios problemas e as marcas já começam a perceber isso. Um site construído de forma tradicional pode ser ruim em termos de SEO, não oferece ao usuário conteúdo realmente relevante e não privilegia o lado social da web.
Assim, o cliente procura sua marca no Google e após visitar o seu site (pode ser que nem visite) e não encontrar muita coisa, acaba encontrando informações de outros clientes e pessoas com perfil similar. Poderá formar uma opinião sobre sua marca baseada em blogs, fóruns, vídeos do Youtube e comunidades do Orkut e não no conteúdo que você (não) oferece.
Não existe fórmula mágica, mas aqui vão algumas dicas:
São pequenas dicas, mas juntas ajudam a desenvolver sua presença online, que seja uma experiência única para o usuário, bem diferente de ficar com aquele site de 4 abas, tão 1996. E você, qual a sua dica? Compartilhe nos comentários.
Aliás, muito legal o artigo. Tenho recomendado a leitura.