Imprimir esta página. A IAB (Interactive Advertising Bureau ), uma organização de classe que funciona como conselho de auto regulamentação de publicidade interativa nos EUA ( nos moldes do CONAR, aqui no Brasil ) publicou recentemente um relatório bastante rico sobre melhores práticas para “Social advertising”. Não gosto muito do termo Social Advertising, a meu ver toda publicidade é social, mas é realmente complicado criar um termo que defina este novo tipo de anúncio e pior ainda traduzi-lo.
Segundo o documento, para caracterizar um Social Ad, ou um anúncio social são necessários dados como perfis em sites e redes sociais ( interesses, imagens, grupos, aplicativos instalados) e conexões e relacionamentos, ( o grafo social em si e atividades).
Estes dados podem podem ser utilizados para:
O objetivo do IAB é guiar marcas, agências e redes sociais em como lidar com estes dados sociais de forma a conciliar os interesses do usuário e definir as boas práticas contando com a colaboração entre meios ( redes sociais ) anunciantes, e usuários. Veja algumas destas boas práticas:
Anúncios sociais, enriquecem a experiência de interação entre marca e consumidor. Temos hoje diversos cases em que o uso bem feito das novas mídias/plataformas pode oferecer resultados supreendentemente positivos para a presença online de uma marca. Outro ponto interessante é que este tipo de anúncio exige métricas diferenciadas, além de clicks, CTR, bounce, ou timespent. Engajamento é a chave, e o que se precisa medir é por exemplo, quantas ações um anúncio disparou? Ou com quantos amigos o usuário compartilhou este Ad?